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Certificação LPI-1 3ª Edição


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Livro LPI-1 + LM #60 + LME PDF #1 #2 #3
Livro LPI-2 + LM #60 + LME PDF #1 #2 #3
Linux Pro Ubuntu + Easy Linux 16
Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 1 a 4
Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 1 a 8
Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

A evolução do IPS
Os sistemas de prevenção/proteção contra intrusão (IPS) não são mais os mesmos
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Em entrevista sobre o lançamento da mais recente versão do Ubuntu, o gerente de negócios da Canonical para a América Latina, Fabio Filho, afirmou que o Brasil é um dos países em que a empresa tem foco na atuação.
Linux Magazine Online» Em primeiro lugar, Fabio, parabéns pelo lançamento. Quais as principais novidades do Ubuntu 8.10 com relação às versões anteriores?
Fabio Filho» O Ubuntu 8.10 Desktop Edition é projetado para o estilo de vida digital conectado. Com o suporte à rede 3G, os usuários podem migrar harmoniosamente de redes com fio e Wi-Fi para redes de celular 3G enquanto viajam. O Ubuntu 8.10 também é desenvolvido para ser compartilhado – o usuário pode começar uma rápida “sessão visitante” e deixar que alguém use o seu computador para navegar na Web ou verificar email, ao mesmo tempo em que mantém a segurança e a integridade de seus próprios dados. E se aquela pessoa realmente gostar da sua rápida sessão como um visitante Ubuntu, ela pode colocar o Ubuntu em qualquer dispositivo USB e levá-lo para casa para instalá-lo em seu próprio computador, em vez de ter que gravar um CD.
Como um bônus, todos os usuários do Ubuntu 8.10 terão acesso à programação da BBC, com conteúdo transmitido em alta qualidade disponível nos tocadores padrão de mídia do Ubuntu 8.10. A Canonical trabalhou com a BBC para garantir que grande parte desse material estivesse disponível para usuários de todos os lugares do mundo.
Em resumo, os maiores avanços são suporte nativo à conexão 3G à Internet, gravação e instalação a partir de uma unidade USB, sessões “Convidado”, conteúdo da BBC e a versão mais recente do desktop Gnome.
LMO» A versão 8.10 teve importantes alterações estéticas. Quais foram os motivos por trás delas?
FF» O Ubuntu 8.10 pretende estabelecer a base para a construção de um ambiente computacional de desktop mais móvel e radicalmente diferente ao longo dos próximos dois anos. Nosso ciclo rápido de lançamentos mostra que podemos oferecer elementos para suportar esse futuro de uma forma mais rápida, completa e empacotada de maneira mais atrativa do que os fornecedores tradicionais de sistemas operacionais. O Ubuntu 8.10 tem muitas funcionalidades que ditarão como o Linux impulsionará a direção e a inovação na computação para desktops.
A adoção da nova versão do Gnome, assim como as diversas inovações estéticas, objetivam sempre oferecer ao usuário uma interface inovadora, simples e que permita uma interação prática e objetiva, independente de seu conhecimento.
Além disso, facilitar a vida “conectada” de nossos usuários continua sendo parte importante do desktop, e o Ubuntu, em sua versão 8.10, oferece uma interface de acesso às conexões por cabo ou 3G, de maneira simples, fácil e direta.
LMO» O Ubuntu 8.04 não facilitava o acesso à Web via 3G. Como a versão 8.10 corrige isso?
FF» Desconhecemos problemas críticos de acesso a rede 3G na versão 8.04. Particularmente, possuo dois modens 3G (um Huawei e um Sony) e uso-os tranqüilamente em meu Hardy.
Na verão 8.10, o Ubuntu vem nativamente preparado para redes 3G, com suporte de hardware a uma grande variedade de modens e tecnologias, e com funções de conectividade que permitem a criação de um ambiente “sempre-conectado”. Procuramos aqui manter nossa filosofia de “it just works” e estendê-la às nossas funções de conectividade oferecidas.
LMO» Que novidades veremos em breve quanto ao Ubuntu pré-instalado em PCs, laptops e netbooks?
FF» No Brasil, empresas como Login e Preview já embarcam seus computadores com o Ubuntu pré-instalado. Entre os dez maiores fabricantes de computadores do Brasil, sua grande maioria já está avaliando o Ubuntu como uma opção efetiva.
A Dell iniciará suas ofertas de máquinas com Ubuntu ainda em novembro, e em breve novos anúncios serão feitos pela Canonical.
A Toshiba anunciou no início de outubro a disponibilidade de seus modelos de netbooks com o Ubuntu Netbook Remix, nossa versão para netbooks.
LMO» O Ubuntu Server é considerado ainda imaturo por alguns profissionais, apesar de iniciativas como a da Wikipédia, anunciada recentemente. Quais as principais novidades do Ubuntu Server 8.10 e o que a Canonical está fazendo para melhorar essa percepção?
FF» As novidades na versão Server são das áreas de virtualização, Java, servidores de email, RAID, criptografia de dados em disco, uso de novos recursos de segurança da glibc, firewall e monitoramento.
LMO» O Ubuntu surgiu como um derivado do Debian mais fácil e prático e agora já surgem diversas outras distribuições baseadas no Ubuntu com o objetivo de “consertar” alguns comportamentos desta. Qual a opinião da Canonical sobre essas derivações? Elas dividem esforços? São benéficas ao Ubuntu?
FF» Vamos lembrar que o grande desafio de manutenção de uma plataforma como o Ubuntu, assim como a razão do crescimento da Canonical, é garantir todo apoio e investimento realizados, objetivando perpetuar características como maior compatibilidade de hardware, suporte e serviços em torno da plataforma.
Dito isso, é comum a adoção para derivações distintas do produto, porém sabemos que o desafio de contínuo suporte, desenvolvimento e oferta de serviços em torno do produto, diretamente pela Canonical e seu pool de parceiros, é um dos nossos grandes diferenciais e razão do contínuo crescimento da empresa.
Lembrando também que o Ubuntu traz o melhor do Código Aberto para a plataforma, que utiliza de engenharia de qualidade e de seus repositórios de atualização mantidos pela Canonical.
LMO» Qual é o sentimento da Canonical quanto às críticas feitas à política de contribuição de código da empresa durante a Linux Plumbers Conference? Tratava-se apenas de falta de divulgação das iniciativas já existentes nesse sentido? Que medidas foram tomadas para remediar a percepção negativa de alguns membros da comunidade desenvolvedora?
FF» A Canonical sem dúvida é uma das maiores contribuintes da comunidade e tem atuado junto a ela desde seu início.
O Ubuntu nasceu com parte dessa interação e se tornou a distribuição mais utilizada no mundo como conseqüência dos avanços e desenvolvimentos da interação entre a Canonical com o mundo do Código Aberto.
A questão discutida na conferência seria quanto ao volume de contribuição por parte da empresa a diferentes stacks do kernel, o que foi corretamente reportado pelo CTO da Empresa, Matt Zimmerman. Somos o maior contribuinte de avanços ao desktop linux e, sem dúvida, estabelecemos internamente e externamente diretrizes para que isso sempre aconteça.
Em razão de nossa posição de mercado e aos altos níveis de adoção do Ubuntu – conseqüências dos inúmeros investimentos da empresa no Código Aberto –, certamente estamos cientes de que se criam altas expectativas em torno do produto e questionamentos sobre esse tópico, sempre polêmico.
A empresa, assim como seu CTO, sempre esteve e sempre estará interagindo com a comunidade e com os formadores de opinião para maior reconhecimento do que tem sido alcançado, especialmente no desktop, em que somos líderes em contribuição.
LMO» Como é a divisão de esforços dentro da Canonical para manter uma versão LTS (a 8.04) de forma concomitante a outra LTS (a 6.06, no caso) e várias versões "regulares" (7.04, 7.10, 8.10,...)?
FF» A Canonical possui times separados, cada um com sua funções específicas e designadas especialmente para atender a um ambiente completo de desenvolvimento, atendendo assim às inovações e tendências específicas a serem adotadas na plataforma.
Um gerente de versões, assim como os distintos gerentes de projetos, além da contínua interação com a comunidade e com parceiros, junto a eventos como o UDF (Ubuntu Developer Forum), permitem à Canonical adotar as diretrizes a serem escolhidas e, por conseqüência, manter um contínuo fluxo de desenvolvimento de lançamento das versões do Ubuntu.
LMO» Qual a importância do mercado brasileiro para o Ubuntu?
FF» O Brasil está entre os países foco de atuação da Canonical, sendo sem dúvida um local de atenção e importância para a empresa.
No primeiro dia da Campus Party em São Paulo foi lançado no estande do Banco do Brasil o software Koruja, que realiza o inventário de ativos interligados em uma rede TCP/IP. O Koruja é a 35ª solução que ingressa no Portal do Software Público e a terceira disponibilizada pelo Banco do Brasil.
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