Linux: Sete razões para migrar

Publicado em 02/07/2008 às 13:57 | 21148 leituras

Parece que estamos vivendo uma Segunda Onda na iniciativa de migração do Windows e de seus programas proprietários para o Linux e seus aplicativos de código aberto. A Primeira Onda, mesmo tendo sido fruto de muita boa vontade e esperança da comunidade, infelizmente não deu certo – pelo menos não tão certo quanto se esperava. A Primeira Onda surgiu em torno do ano de 2002 e envolvia o mesmo pensamento: "O Linux está pronto! O Linux e todos os seus aplicativos estão prontos! Tudo o que precisamos é falar ao mundo e o mundo migrará!". Tudo parecia certo. Onde essa onda falhou? Em sua grande parte, no excesso de otimismo: várias barreiras ainda precisavam ser quebradas, muitas delas problemas reais que, até pouco tempo, assolavam o mundo do software livre e de código aberto.


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Parece que estamos vivendo uma Segunda Onda na iniciativa de migração do Windows e de seus programas proprietários para o Linux e seus aplicativos de código aberto. A Primeira Onda, mesmo tendo sido fruto de muita boa vontade e esperança da comunidade, infelizmente não deu certo – pelo menos não tão certo quanto se esperava. A Primeira Onda surgiu em torno do ano de 2002 e envolvia o mesmo pensamento: "O Linux está pronto! O Linux e todos os seus alicativos estão prontos! Tudo o que precisamos é falar ao mundo e o mundo migrará!". Tudo parecia certo. Onde essa onda falhou? Em sua grande parte, no excesso de otimismo: várias barreiras ainda precisavam ser quebradas, muitas delas envolvendo problemas reais que, até pouco tempo, assolavam o mundo do software livre e de código aberto.



Vamos ao mais problemático de todos: o Linux não era muito amigável. Esse primeiro ponto, potencialmente um forte "contra", não era uma completa verdade, mas vários fatores correlacionados contribuíram para que ele se tornasse verdadeiro. O primeiro deles era que, na época, o Linux ainda se preocupava em buscar a interoperabilidade com o Windows, seja na facilidade de implementação de compartilhamento de arquivos, seja no desenvolvimento de programas capazes de trabalhar com extensões de arquivos em comum. Não se engatinhava nessa época, mas ainda havia um longo caminho a percorrer.



O segundo ponto, acredito eu, foi a maior de todas as barreiras: a preguiça e a aversão ao novo. A maior fatia do mercado desktop ainda é do sistema operacional Windows da Microsoft. Essa hegemonia, no entanto, não representa o lucro líquido da empresa com a venda de licenças de uso, tanto para usuários domésticos quanto para empresas. Infelizmente, a pirataria em países como o Brasil ainda é muito difundida, o que contribui para um fantástico conceito físico funcionar a todo o vapor &nash; a inércia. Não é uma crítica, mas um fato! E mesmo com todos os problemas vividos com relação a segurança, inconsistência e instabilidade dos sistemas operacionais pirateados, já que estes não conseguem efetuar atualizações críticas de seus sistemas ou mesmo atualizações de segurança, a preguiça e a aversão ao novo, ao mais barato, ao mais estável, bloqueou inexoravelmente o avanço do Linux.



Acredito que a Primeira Onda foi muito bem-vinda e facilitou, de fato, a penetração do Linux em diversos nichos considerados exclusivos de outros sistemas operacionais e em suas arquiteturas fechadas (sim! Não estamos falando só em migração do Windows para Linux). Ela também propiciou um amadurecimento de toda a comunidade e das empresas envolvidas no processo. E o resultado? Muito apredizado, desenvolvimento árduo e contínuo e mais força para a preparação de uma segunda tentativa. Agora, a Segunda Onda.



Vender os benefícios do Linux tem sido uma forte proposta por muitos anos --- porém muito má aplicada. Razões comuns eram citadas para não migrar para o sistema operacional de código aberto e, dentre essas, as mais comentadas se referiam à suposta complexidade do sistema, à falta de conhecimento dos interessados e aos poucos aplicativos comerciais disponíveis. Tanto a comunidade de código aberto quanto os fornecedores mundiais fizeram questão de endereçar essas faltas, que se fez repercurtir por muito tempo.



"Os servidores Linux anunciaram seu segundo trimestre consecutivo com crescimento sólido com renovação crescente de 8,4% de um total de US$ 1,8 bilhões no mesmo trimestre", segundo Matt Eastwood, um analista da IDC (International Data Corp). "Os servidores baseados em Linux representam hoje 13,7% de toda renovação de servidores", comenta Matt.



Essa porcentagem demonstra claramente que o Linux finalmente saiu da obscuridade. Não surpreende, portanto, que o uso de Linux em pequenas empresas venha aumentado. Podemos citar como exemplo a Whitelaw Twining Law Corp, uma empresa de 25 funcionários que migrou suas estações de trabalho com Windows 98 e 2000 para o SUSE Linux da Novell.



De acordo com Richard Giroux, gerente de TI da Whitelaw Twining, efetuar uma migração do Windows 2000 para o SUSE Linux Enterprise Desktop (SLED) não é mais considerado difícil para os usuários finais. Pelo menoa não mais do que a dificuldade de migrar para o Windows Vista. "Nós efetuamos um treinamento básico com nossos funcionários e com isso não tivemos mais chamadas no Help Desk", afirma Giroux. Provavelmente já é hora de as empresas darem uma boa olhada no Linux como servidor e desktop. Abaixo, seguem sete razões que podem ajudar a convencer sua empresa.



Hardware



Comparado com alguns anos atrás, o hardware e o suporte de seus componentes para o Linux nos dias de hoje é muito mais sólido. Você pode encontrar muito mais processadores, drivers, placas de vídeo e periféricos que possuem suporte nativo a Linux. "As companhias possuem uma vasta gama de dispositivos e máquinas de todos os preços e performances", informa Gerry Car, gerente de marketing da Canonical. A Canonical é a companhia que dá suporte ao Ubuntu, uma das distribuições Linux mais utilizadas em desktops por todo o mundo. Na maioria dos casos, entretanto, a compatibilidade do hardware não é considerada um problema para qualquer companhia de pequeno porte que considere a adoção do Linux.



Gerenciadores



Para combater a idéia de que é "difícil de aprender", o Linux oferece uma porção de gerenciadores de instalação e de pacotes amigáveis (user-friendly). Esses sistemas são relativamente fáceis de utilizar para qualquer companhia de pequeno porte. Como exemplo marcante de penetração de Linux nas empresas, podemos citar o sistema operacional Red Hat Enterprise Linux (RHEL) da Red Hat, o SUSE Enterprise Server da Novell e o Ubuntu Server Edition da Canonical.



A complexidade de uso desses produtos vem diminuindo dia após dia, mas isso não significa que uma pessoa inexperiente possa simplesmente baixá-los e instalá-los. Instalar e configurar um servidor em uma empresa é uma função para profissionais competentes em suas áreas, que dominam a tecnologia a sua volta e conseguem atender às necessidades da empresa onde trabalham. "Conhecimento é um ponto importante, particularmente no que tange aos servidores Linux", diz Carr. "Você pode muito bem ter um profissional de TI treinado em produtos Microsoft, mas ele precisará ser retreinado para atender aos requisitos para Linux, ou você pode precisar de um novo funcionário treinado em Linux".



Suporte



Ah! o suporte. O velho problema... extinto! Nos dias de hoje, temos muitas empresas competentes por trás do Linux, gerando suporte de qualidade a um preço baixo. Se a idéia de importar talentos Linux para sua empresa o assusta, você pode simplesmente optar por adquirir suporte direto dessas companhisa que desenvolvem as distribuições Linux voltadas para servidor, como a Red Hat e a SUSE. As mesmas que oferecem software servidor com preço base de USS$ 349 por ano com suporte básico incluso. Suportes mais específicos podem custar, em alguns casos, na faixa de US$ 1.000. Já o Ubuntu oferece aos interessados sua versão para sevidores para download gratuitamente e disponibilizam suporte ao custo de US$ 750 ao ano.



"O Linux é uma ótima solução para clientes como pequenas empresas, porque ele ajuda a reduzir o custo com licenças, garante a proteção contra vírus, não limita o número de equipamentos em uso, facilita o upgrade de hardware e ainda reduz a instabilidade de funcionamento em servidores e desktops", informa Adam Viele, um especialista em tecnologia da CDW Corp. "Pequenos negócios que escolhem as versões Enterprise do Linux adquirirão uma solução de TI sólida, juntamente com confiabilidade de suporte a esses produtos".



Desktop Linux



Muito progresso também tem sido feito nos desktops embarcados com Linux. Tanto a Novell quanto o Ubuntu são ótimos exemplos. Uma vez mais o Ubuntu está disponível para download gratuito com suporte de US$ 250 ao ano. O SUSE Linux para desktops custa aos interessados, US$ 50 por desktop com suporte já incluso, mas se você se recusa a pagar para ter um Linux no desktop, você pode baixar tanto o Ubuntu, quanto o openSUSE (versão da comunidade SUSE da Novell) gratuitamente. Você pode inclusive instalá-los em quantas máquinas quiser e não pagar nada por isso.



Mas não são apenas os fornecedores dessas distribuições Linux que estão aproveitando essa "nova" Onda. Os fabricantes de PCs estão começando a dar suporte ao Linux de maneira muito mais abrangente. Companhias como a Dell, a HP e a Lenovo estão pré-instalando Linux em alguns de seus modelos à venda no mercado.



"[Os fabricantes de PCs] estão certificando muitas distribuições Linux, desde Novell, passando pela Red Hat, até o Ubuntu, em uma crescente lista de servidores, notebooks e desktops", afirma Grant Ho, gerente de produto sênior para Linux e soluções de plataforma aberta da Novell.



Software



Quem diria que viveríamos para ver o dia em que a Microsoft abraçaria o código aberto? Além do mais, a empresa de Redmond possui uma parceria ativa com o SUSE Linux da Novell para a criação de produtos compatíveis como os formatos de documentos para suítes de escritório e gerência de plataforma que sejam compatíveis tanto com Linux quanto com Windows.



Além disso, os aplicativos para Linux estão se multiplicando rapidamente e agora estão disponíveis na maior parte das áreas de negócios do mundo todo. Você pode substituir o Office da Microsoft pelo OpenOffice.org, utilizar o navegador Firefox no lugar do Internet Explorer, o cliente de emails Evoluton em vez do MS Outlook e o cliente de mensagens instantâneas Pidgin em substituição ao MSN. Isso só para citar alguns!



"O software que o mercado precisa para funcionar já está disponível para Linux e muitos deles são livres", informa Carr. "Nós também veremos aplicativos com o Lotus Notes e o Domino Server, ambos da IBM, disponíveis para Ubuntu até o final do ano, como uma substituição direta ao Outlook, que é uma das peças de software que mantém presos muitos negócios no mundo Microsoft".



Entretanto, nem tudo é suportado ou abrangido. Existem alguns produtos proprietários que você precisa ter e que ainda não possuem um equivalente em Linux. Quando dizemos equivalente, nos referimos a um produto que faça tudo ou mais de que a versão proprietária é capaz e que, além disso, possua interoperabilidade de arquivos, como o que acontece entre os conjuntos de aplicativos de escritório da Microsoft, o MS Office, e a suíte de código aberto OpenOffice.org. O departamento financeiro, por exemplo, possui aplicativos que são difíceis de substituir, mas, mesmo nesses casos, a solução não tarda a chegar com o constante desenvolvimento e migração de aplicativos equivalentes para o Linux. E isso ocorre a todo o momento.



Para os aplicativos Windows que ainda não possuem alternativa viável em Linux, você pode fazer uso do Wine, que recentemente alcançou a marca histórica de versão 1.0, permitindo o uso de grande parte dos aplicativos para a plataforma da Microsoft (principalmente os de desenvolvimento multimídia) rodando sobre o Linux emulados pelo Wine. O Wine, inclusive, foi financiado pelo próprio Google e possui a meta de tornar-se 100% compatível com a emulação de programas importantes no mercado, como o Photoshop CS3. Outros programas suportados pelo Wine, mas não de menor importância, incluem a própria suíte Microsoft Office, o QuickTime e o Windows Media Player. Até mesmo jogos recentes para PC podem ser executados sobre o Wine, como os títulos Max Payne e The SIMs.



Você pode até mesmo utilizar a virtualização de desktops como alternativa a alternativa do Wine. Isso mesmo! Você pode utilizar o Windows dentro do Linux com a criação de uma máquina virtual Windows. Programas para Linux que criam máquinas virtuais existem aos montes. Para criar uma máquina virtual no Linux você precisa de programas como o QEmu, o VirtualBox, o KVM e o Xen, todos gratuitos e de código aberto. Outra opção é o VMWare Server, que é gratuito, mas o código fonte não está disponível sob licença livre. O tema é bem abrangente e se você tem interesse em aprender sobre virtualização, existem bons livros e revistas especializados no assunto.



Custo



Chegamos ao mais antigo motivo favorável (e de grande peso) para se efetuar uma migração do Windows para o Linux — o fator custo. Infelizmente, ele nunca trabalhou sozinho, caso contrário não estaríamos na Segunda Onda e a primeira teria sido suficiente para os usuários. Outros fatores ao longo do tempo precisavam ser trabalhados para co-associar o movimento de migração. De acordo com Carr, o OpenOffice.org é mais do que suficiente para mostrar o quanto uma migração pode ser econômica. Sabemos que o MS Office® da Microsoft é seu carro-chefe nas vendas, seja para empresas, seja para usuários domésticos. O preço da licença unitária do MS Office costuma custar o dobro do valor, se comparado ao preço de uma licença unitária do sistema operacional Windows corrente.



Atualmente, o OpenOffice.org possui todas as características técnicas e funcionais que permitem ao usuário Microsoft migrar sem medo seus arquivos de escritório para essa suíte. E o preço? Zero! De graça. No mundo dos negócios não é diferente. Aqui no Brasil, existem muitas empresas de grande porte já migraram sua suíte de escritório para o OpenOffice.org. Uma das pioneiras foi o Metrô de São Paulo. Muitas outras empresas efetuaram a migração para o OpenOffice.org, como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e as Casas Bahia. Somente no Banco do Brasil foram 35 mil máquinas migradas para o OpenOffice.org.



Somente com o uso do OpenOffice.org no Windows (XP ou Vista) você já economizou o equivalente ao dobro do preço da licença de seu sistema operacional, que é o valor por máquina. Multiplique pelo número de máquinas que precisam utilizar um conjunto de aplicativos de escritório em sua empresa e você terá o valor aproximado de toda a economia que esta migração poderá trazer.



Porém é preciso avaliar a melhor solução para a sua empresa. Veja o caso da Whitelaw Twinning: a empresa fez uma avaliação sobre para qual sistema operacional deveriam migrar. Dentre as escolhas, a Whitelaw avaliou desde o Windows Vista até diversas distribuições Linux. A migração das máquinas da empresa acabou ocorrendo para o sistema operacional SUSE Linux para Desktop. Entre os pontos avaliados estava a capacidade do novo sistema em criar um ambiente de trabalho seguro, assim como o quanto em custo de tempo e dinheiro seriam utilizados em aquisição e manutenção. Com o uso do SUSE Linux Desktop, a empresa economizou muito em licença de software, e como o sistema operacional poderia rodar com a mesma eficiência em um hardware inferior, a empresa economizou até 30% com custo em hardware. Os dados referentes ao custo com a manutenção apontaram uma redução de 20%.



Mudança Gradual



De acordo com analistas, mais e mais empresas de pequeno porte estão indo em direção ao Linux. A reputação de que o Linux é muito técnico, tanto para a administração quanto para o uso por usuários finais, já caiu em desuso. Mas vale lembrar: o necessário para se fazer uma migração segura dentro de sua empresa é efetuá-la de forma gradativa, que envolve tanto os custos financeiros quanto os custos de implantação, acompanhando todas as necessidades da empresa e, principalmente, de seus funcionários. Nada pode ser negligenciado durante todo o processo de migração. Se a sua empresa pretende iniciar uma migração para o Linux, ela terá dois caminhos específicos a escolher: ou a empresa criará seu próprio núcleo laboral para iniciar a migração ou ela contratará empresas ou profissionais especializados nessa migração para ajudar em todo o processo.



A contratação de empresas especializadas no assunto é uma opção que garantirá uma migração mais rápida e mais eficiente para sua companhia. O contraponto desta iniciativa é o valor a ser investido no processo – e isso envolve o gasto extra com pessoal especializado, o acompanhamento de todo o processo (que envolve o treinamento de funcionários), a migração de toda a parte funcional da empresa e, por fim, todo o tempo de adaptação ao processo.



Caso a empresa opte por criar seu próprio núcleo de migração, ela terá a vantagem de economizar no custo de contratação de pessoal especializado. Por outro lado, o processo pode ser mais demorado, e se não for feito de forma segura e profissional, o tiro pode muito bem sair pela culatra. É importante que todo o processo de migração seja feito de forma gradual e controlada. Planeje treinamento e reciclagens sempre que necessários e tenha um bom corpo de funcionários especializados no assunto.



Muitas são as empresas que, com pouco investimento e muito planejamento, efetuaram migrações de grande sucesso para o sistema operacional Linux e seus aplicativos de código aberto. E elas lucram com o processo até hoje.



Saiba mais em: Seven Reasons to Move to Linux.



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