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Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

A evolução do IPS
Os sistemas de prevenção/proteção contra intrusão (IPS) não são mais os mesmos
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Computadores antigos ou obsoletos que, para empresas de diversos ramos de atividade, representam uma incômoda sucata eletrônica estão sendo recuperados para operar como terminais leves e doados para as áreas administrativas ou programas de inclusão digital realizados por entidades e instituições que atendam a comunidade. A ideia é da CRMG Network & Security, empresa entrevistada na edição de fevereiro da Linux Magazine e especializada em soluções para informática, que resolveu doar a mão de obra do trabalho de recuperação dos equipamentos que seriam descartados pelos seus clientes.
Com o objetivo de promover a inclusão digital nas instituições beneficentes, assistenciais ou de ensino que não dispõem de verba para a aquisição de equipamentos de informática, a CRMG Network & Security está oferecendo gratuitamente estações de trabalho montadas com computadores e acessórios que, para muitos, não passam de lixo eletrônico. As entidades e instituições que desejarem receber os equipamentos em doação devem entrar em contato com a CRMG pelo telefone (19) 3252-4906.
Considerados obsoletos ou simples sucata por empresas de vários ramos de atividade que procuram sempre atualizar e modernizar seus sistemas de informática, os antigos computadores são transformados em eficientes terminais leves capazes de executar os programas básicos de texto e imagem.
Para permitir a utilização dos computadores em rede (estação de trabalho para o atendimento simultâneo de vários usuários) e o acesso à Internet, a CRMG procura parceiros interessados em ampliar este projeto de informática social. A própria empresa já adquiriu alguns servidores e switches para atender as primeiras solicitações de entidades, mas necessitará de parcerias para tornar essas doações perenes.
Segundo dados do Greenpeace, são descartados anualmente de 20 a 25 milhões de toneladas de produtos eletrônicos, grande parte de forma inadequada. Por conter metais pesados e outros materiais tóxicos, como mercúrio, chumbo, cádmio, berílio e arsênio, o descarte irresponsável gera riscos de contaminação humana, da água e do solo. De acordo com a Fecomércio – Federação do Comércio do Estado de São Paulo – apenas 10% dos computadores são reciclados no mundo.
Ao modernizar a área de informática, as empresas sequer contam com local adequado para o descarte dos equipamentos que para elas está sucateado. A maior parte delas desconhece a possibilidade de recuperação desses computadores que terão grande utilidade principalmente para as entidades ou instituições que prestam serviços à sociedade carente e que não dispõem de verba para a aquisição de equipamentos novos. É o caso dos monitores antigos, que estão sendo substituídos pelos novos modelos de LCD.
“Estas estações de trabalho atendem com excelência os usuários, seja na área administrativa, em aulas de informática, consultas escolares ou qualquer outro programa ou projeto de inclusão digital, por oferecerem todas as ferramentas básicas (editor de texto, planilha eletrônica, editor de imagem, navegador de Internet, correio eletrônico etc.) e, ainda, garantirem uma solução consciente e inteligente para o lixo eletrônico”, lembra Carlos Roberto Monteiro Guimarães, diretor da CRMG Network & Security.
A ideia de recuperar os computadores obsoletos de seus clientes amadureceu justamente pela consciência dessas empresas, que atuam nos mais diferentes ramos, quanto aos conceitos da TI Verde (tecnologia da informação aplicada de forma sustentável) incorporados aos seus projetos de informática.
“Algumas das empresas, inclusive, já estão nos solicitando projetos para verificar se parte dos equipamentos antigos pode ser ainda aproveitada em algumas áreas operacionais, como recepção e atendimento, por exemplo, que exigem pouco da capacidade dos equipamentos. Com isso, essas empresas acabam conseguindo uma grande economia nos custos com a compra e manutenção de máquinas (hardware), com a aquisição de programas (softwares) e até com a redução do consumo de energia elétrica”, lembra Carlos Guimarães.
Para ser transformado em um terminal de trabalho, um computador antigo precisa ter apenas uma placa mãe, um processador e 128 MB de memória, além, claro, de uma placa de rede. Isto porque todos os dados e o sistema operacional estarão armazenados somente no servidor, que compartilha o uso das funcionalidades (CD-ROM, DVD, impressoras etc.) com os usuários dos demais terminais.
O servidor a ser utilizado será dimensionado de acordo com o número de terminais que a ele serão conectados e com as aplicações que os usuários necessitarão. Para que uma rede com até seis terminais tenha uma velocidade bastante satisfatória, por exemplo, será necessário um processador (como AMD Athlon XP 1700, com 1 GB de memória RAM e 60 GB de disco rígido).
Não há gastos com software, já que o sistema operacional utilizado é o gratuito Ubuntu.
Já o servidor e o switch para permitir o trabalho em rede e a conexão dos equipamentos à Internet precisam ser adquiridos e custam cerca de R$ 800,00 e R$ 60,00, respectivamente, mas muitas vezes os antigos podem ser reaproveitados quando da substituição por modelos mais potentes. “Alguns deles nós compramos para garantir a doação do sistema operacional completo e pronto para a utilização pelas entidades e instituições. Mas também procuramos parceiros que tenham interesse em doar estes equipamentos para ampliarmos o atendimento aos projetos e programas de informática social”, acrescenta Carlos Guimarães.
Embora existam empresas que se ofereçam para comprar a sucata eletrônica, o valor pago é irrisório: R$ 0,10 o quilo, na Sucatas Bim, por exemplo, empresa que já se comprometeu com a CRMG a doar os equipamentos em condição de recuperação para doação às instituições. Por isso, é muito mais razoável recuperar esses equipamentos e doá-los para quem precisa.
Com assessoria de comunicação.
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