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Notícia
Prova do Óbvio: Desconto Microsoft pra UMPCsEsta notícia foi visualizada 1183 vezes. A Microsoft acaba de liberar maiores detalhes sobre seu acordo de vendas de licenças para Windows XP a preços reduzidos. Essa vantagem estará disponível apenas para clientes que adquirirem um UMPC com esse sistema operacional já embarcado. O aparente motivo dessa nova abordagem comercial por parte de Redmond, parece ser o combate ao crescente mercado da ASUS com seu famoso subnotebook EeePC. Existem duas partes distintas nessa história. A primeira, mostra a Microsoft vendendo o Windows XP por um preço muito abaixo do mercado, somente para quem compra UMPCs — tanto da ASUS, quanto de outros fabricantes que tenham adentrado nesse promissor mercado — que já venham com esse sistema operacional. Isso mostra que a empresa de Redmond está disposta a oferecer o mesmo produto por preços diferentes dentro do próprio mercado. A segunda, e mais surpreendente, afirma que esse acordo visa prevenir o inevitável: a concorrência direta dos UMPCs com computadores PCs — desktops ou laptops. A primeira questão pode ser avaliada de maneira relativamente simples: a Microsoft está oferecendo o mesmo produto com diferentes preços no mercado, o que parece ser juridicamente favorável. Já a segunda questão mostra que a Microsoft está disposta a baixar o preço de seus produtos para competir em mercados onde o Linux se faz presente. Isso é legal? A base para essas ações está em uma avaliação feita por parte da Microsoft, sobre as características máximas que um UMPC poderia alcançar:
Essas limitações seriam um enorme freio ao mercado de UMPCs. Isso, claro, se elas fossem especificadas por quem fabrica esses subnotebooks, o que não é o caso. O fato é que, à medida em que a tecnologia avança, novas características são incorporadas aos UMPCs. Telas maiores, discos de estado sólido com maior capacidade de armazenamento, maior quantidade de memória RAM e baterias com maior duração, tornam os UMPCs especialmente atrativos e, talvez, contribuam para uma percepção de que eles sejam mais versáteis e ofereçam uma alternativa com mais tecnologia embarcada do que os próprios notebooks. Sim, esse mercado existe, e a guerra por ele, como ocorrerá com os celulares e smartphones nos próximos dois anos, já começou! Compartilhe
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