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Notícia
Ubuntu para telefones AndroidEsta notícia foi visualizada 1985 vezes.
O conceito da Canonical prevê que quando o smartphone está conectado a esses periféricos, ele começa a executar um servidor X que tem como saída o conector HDMI e então executa um ambiente de trabalho Unity na tela. Usuários podem trabalhar com esse ambiente e aplicativos do Ubuntu, que são executados em um dos núcleos de processamento de telefones equipados com dual core, enquanto o outro núcleo permanece executando os aplicativos Android para o telefone. O desktop Ubuntu pode executar aplicativos como o Chromium, Firefox, Thunderbird, Gwibber, VLC, PiTiVi, Ubuntu Music Player e Photo Gallery, além de um discador Android. Lista de contatos e favoritos são compartilhados entre os dois ambientes e será possível atender à chamados além de enviar e receber emails e mensagens SMS do ambiente Unity. Como tudo isso é gerenciado por aplicativos nativos do telefone Android em segundo plano, o telefone e o desktop que estão sempre sincronizados. O desktop vai automaticamente salvar e restaurar seu estado quando os periféricos forem desconectados e reconectados, permitindo que usuários comecem a trabalhar rapidamente no desktop. A empresa acredita que essa é a solução mais apropriada do que as outras ofertas de "desktop" para Android, porque seu ambiente de trabalho é desenvolvido em torno do uso de mouse e teclado, não apenas ampliando a área de trabalho do Android para uma tela maior. "O Android foi desenvolvido para toque apenas, e já está ocupado tentando vencer a guerra dos tablets", afirmou à Canonical. Os dispositivos precisam ter ao menos um processador dual core de 1 GHz, aceleração de video com um driver compartilhado de kernel capaz de suportar OpenGL e ES/EGL, uma saída HDMI com um buffer de quadros secundário, suporte à USB host mode e 512 MB de memória RAM. O sistema operacional vai demandar ainda um espaço adicional de 2 GB de armazenamento para a imagem de disco. A Canonical acredita que o Ubuntu para Android deve "aumentar as vendas de telefones com múltiplos núcleos e CPUs mais rápidas, com mais núcleos, mais memória RAM e maior potencial gráfico". A empresa também afirmou que os aplicativos para o ambiente de trabalho devem acelerar a implementação das redes LTE, com uma banda de transmissão de dados maior e uma menor latência na conexão. A empresa acredita ainda que o Ubuntu para Android deve liderar a criação de um novo e ativo ecossistema de periféricos, centrado em uma gama de opções de "docking" para os usuários. A Canonical está levando o novo conceito, na forma de dispositivos funcionais, para o evento Mobile World Congress que acontecerá em Barcelona na próxima semana, onde espera encontrar parceiros que desejam pré-instalar a plataforma em seus smartphones como um diferencial no já populoso mercado. Fonte: h-online, em inglês. Compartilhe
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