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Certificação LPI-1 3ª Edição


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Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

Andróide sem amarras
Por Jon 'maddog' Hall
Muito tem sido dito sobre o Nexus One da HTC, também conhecido como “Google Phone”. As discussões sobre se este pode ser o fim do iPhone são acaloradas, sempre comparando as características de ambos.
Um recurso que não foi muito mencionado pela imprensa é o fato de que o Google Phone terá uma ROM para facilitar a troca do firmware e permitir que o aparelho inicie com uma versão não assinada ou alterada do sistema operacional ou, talvez, até mesmo com um outro sistema operacional.
Há muito tempo sou fã do Android, mas mais em razão de negócios. Gosto do conceito de ter um software de categoria mundial que pode ser usado em qualquer aparelho com especificações razoáveis, gerando, assim, telefones de diferentes manufaturas com o mesmo sistema operacional, rodando os mesmos aplicativos, usando os mesmos dados, porém com estilos e preços diferentes.
Também me agrada o fato do software ter o código aberto e de que este código esteja disponível para adaptações de acordo com as necessidades das pessoas. Já escrevi sobre vários projetos que usam telefones livres neste blog. Cheguei até a fazer um vídeo sobre um deles.
Hoje, várias indústrias de pequenos aparelhos eletrônicos podem produzir telefones, mas, uma coisa é comprar os componentes e colocá-los em uma caixa; outra, muito mais complexa, é a criação de um sistema operacional universal, e outra, pior ainda, é conseguir milhares de aplicativos feitos para a sua plataforma.
Eis que surgem o Google e o Android. Um sistema operacional gratuito, baixado da Internet, e uma base para aplicativos que pode ser executada em qualquer plataforma de hardware equipada com este sistema. Código disponível para que hackers possam alterá-lo e inová-lo e VARs (Value-Added-Resellers) que podem criar aplicativos inovadores para seus consumidores.
Por isso, fiquei um tanto decepcionado quando descobri que o primeiro aparelho, o G1, viria bloqueado e precisaria de um binário assinado para o boot. Logicamente que, como desenvolvedor de softwares do Google, você pode comprar UM aparelho desbloqueado e que não precise de um binário assinado para o boot, mas um revendedor dizendo a cada cliente que seria necessário se candidatar a desenvolvedor do Google não é muito bom.
A Vizzeco (antiga Koolu), empresa para a qual trabalhei, chegou até mesmo a investir seus recursos por porte do Android para o aparelho Openmoko “FreeRunner”, na tentativa de obter o melhor de dois mundos. A Vizzeco queria o Android e a possibilidade de modificá-lo conforme nossas (e de nossos VARs) necessidades, mantendo a compatibilidade dos aplicativos. Infelizmente, mesmo com o FreeRunner funcionando como boa plataforma de protótipos de sistemas operacionais móveis, havia limitações na capacidade de produção, o que limitou a utilidade do negócio da Vizzeco.
Portanto, para mim, seria uma grande vitória ter a combinação de um telefone mundial, com software de código aberto e adaptável às necessidades de vários usuários (diferente do iPhone) e que pudesse (certamente um dia será) ser produzido em larga escala.
Ainda podem surgir algumas “pegadinhas” com o Nexux ONE, mas tenho o pressentimento de que haverá muitas empresas procurando mudar o sistema operacional para oferecer mais inovação do que o imaginado pelo Google.
Acho que este aparelho deveria ser chamado de “Nexus ONE: sem amarras”.