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Certificação LPI-1 3ª Edição


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Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 1 a 4
Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 1 a 8
Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 5 a 8
Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

A evolução do IPS
Os sistemas de prevenção/proteção contra intrusão (IPS) não são mais os mesmos
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Por Ulrich Bantle e Rafael Peregrino da Silva

Que a HTC é capaz de desenvolver smartphones de qualidade, ela já provou: o fabricante tawianês de celulares tem um longo histórico de desenvolvimento de dispositivos equipados com o Windows® Mobile. O G1, novo modelo de equipamento que vem com o sistema operacional Android, baseado em Linux e patrocinado pelo Google, não é exceção à regra. O casamento entre o hardware e um novo sistema operacional — neste caso a versão 1.1 do Android, cujo desenvolvimento abriga, via de regra, uma montanha de “surpresas”, tais como problemas de estabilidade e compatibilidade — é realmente um processo surpreendente de se acompanhar. O G1 pode até não ter um aspecto tão bem acabado como o do iPhone, mas reúne com certeza o potencial para inclusão na “liga” do Symbian, do Windows Mobile, do BlackBerry e mesmo do celular da Apple.
Neste artigo vamos testar a configuração básica e os recursos do equipamento. Nos próximos dias pretendemos publicar outros testes com o celular.
As especificações técnicas do G1 comprovam a sua capacidade de competir ombro a ombro com os rivais no segmento: quadband, GPRS, EDGE, UMTS e HSDPA, capaz de lidar com conexões de até 7,2 Mbit/s, podem ser elencadas como algumas das modalidades de transmissão para as quais o dispositivo oferece suporte. Além disso, o celular ainda traz um rol de outras possibilidades de conexão, como Wi-Fi 802.11b/g, USB 2.0 e Bluetooth. GPS assistido, tela sensível ao toque de 320 x 480 pixels e um teclado escamoteável são outros destaques da configuração de hardware do equipamento. Por padrão, o celular vem equipado com um cartão SD de 2 GB — extensível até 8 GB. A câmera integrada com foco automático tem resolução de 3,2 megapixels, o que basta para aquelas fotos ocasionais — é necessário ter paciência com o atraso de disparo da câmera.
O usuário de Linux vai ficar satisfeito com o fato de que o celular não vem com aquele CD de instalação irritante, que traz drivers ou outros tipos de programas, que em geral requerem que o Windows® esteja instalado. Assim que o celular é conectado a uma máquina equipada com Linux (no nosso caso, com o Ubuntu 8.04 LTS), um símbolo aparece na sua tela, indicando a conexão via USB. Basta ativar a conexão para que o Ubuntu e o G1 comecem a “conversar”. O telefone se registra no Nautilus como dispositivo de armazenamento removível com capacidade de 2 GB, arquivos MP3 armazenados nele são automaticamente listados no Rhythmbox e estão prontos para ser tocados. Fotos aparecem automaticamente no F-Spot e podem ser copiadas para o disco do PC sem problemas.
O fato de que o dispositivo não sincroniza automaticamente com o Microsoft Outlook por padrão, é também uma das peculiaridades do G1: é que o Google prefere que o usuário use os seus serviços, e não os da concorrência. Isso fica claro de cara na documentação que acompanha o produto: “A ativação do seu G1 requer uma conta no Google Mail”. A utilização dessa conta de e-mail segue as condições de serviço do gigante de buscas, e sua configuração pode ser realizada gratuitamente a partir do próprio G1, exigindo entretanto uma conexão de dados (GPRS/EDGE/UMTS/HSDPA), que, claro, não é gratuita. Para o nosso equipamento de testes essa ativação foi desnecessária, uma vez que o celular já foi enviado para a redação registrado.
Para usuários corporativos pode ser que o fato de a sincronização com o Outlook não ocorrer por padrão desmotive a aquisição do produto. No Android Market, repositório de aplicativos para o aparelho criado pelo Google, já há diversos aplicativos que possibilitam a sincronização, entre elas o Funambol, usando um servidor intermediário.
A operação usando a tela sensível ao toque, o teclado, a pequena trackball e os botões disponíveis junto à tela do celular, fica fácil depois de algum treino. É de se perguntar se o teclado escamoteável seria mesmo necessário: apesar de a sua qualidade ser inquestionável, somente para a entrada de URLs é que ele se mostrou realmente de utilidade em nossos testes. De vez em quando a tela sensível ao toque pode precisar ser acionada duas vezes, mas no geral funciona corretamente, permitindo a navegação por menus que são ativados através do acionamento de ícones de tamanho adequado.
Entre os aplicativos disponíveis pode-se citar, além do Gmail, um cliente de e-mail capaz de sincronizar via protocolos POP3 e IMAP, bem como um navegador de Internet, com o qual é possível entrar na rede e efetivamente ler o conteúdo das páginas mostradas — ponto para a excelente qualidade do display do aparelho, que dispõe de contraste e luminosidade muito bons para dispositivos desse tipo. Além disso, pode-se encontrar entre os diversos programas instalados: calculadora, calendário, despertador, gerenciador de contatos, gerenciador de fotos e reprodutor de MP3. Mas o que surpreende realmente é a oferta de aplicativos no Android Market: a maioria dos programas disponíveis ali é grátis e indicam que o Google realmente fez um nome junto aos desenvolvedores na comunidade. Em diversas categorias podem ser encontradas uma grande variedade de ferramentas para complementar os programas que equipam o celular por padrão.
O sistema operacional de código aberto desenvolvido pelo Google com base no Linux coloca o gigante de buscas em pé de igualdade com os grandes fornecedores de tecnologia para equipamentos móveis, mesmo considerando que os serviços da empresa, tais como o Gmail e o Google Maps estejam enraizados no G1. O conjunto de recursos contemplados no equipamento, por si só, é muito bom. Na Alemanha, a operadora T-Mobile assegurou os direitos exclusivos de comercialização do aparelho, da mesma forma que ocorreu com o iPhone. Resta saber como e quando o G1 vai chegar oficialmente ao Brasil, mas é fato que as operadoras locais já estão negociando as condições de comercialização no país com a HTC e com o próprio Google. Como o Google tem uma presença forte no Brasil, é bem provável que ele demore menos para chegar aqui que o seu rival da Apple.
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Saiba mais:
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