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Certificação LPI-1 3ª Edição


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Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 1 a 4
Coleção Linux Pocket Pro | Kit com os livros 1 a 8
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Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

A evolução do IPS
Os sistemas de prevenção/proteção contra intrusão (IPS) não são mais os mesmos
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Há alguns dias, a Adobe Systems anunciou uma versão para Linux da sua plataforma de desenvolvimento AIR durante o evento Adobe Engage, promovido pela empresa em São Francisco. Jim Zemlin, Diretor Executivo da Linux Foundation (a organização resultante da fusão dos Open Source Development Labs e do Free Standards Group), acredita que a combinação dessa plataforma com o Linux é revolucionária para o sistema do pingüim no desktop.
Conforme noticiamos, a versão 1.0 do ambiente de execução (runtime) da plataforma AIR (Adobe Integrated Runtime) lançada atualmente apenas para Windows e Mac OS X, permite executar aplicativos complexos – as assim chamadas Rich Internet Applications (RIA), mesmo que a conexão com a rede esteja momentaneamente desligada. Utilizando a plataforma AIR, programadores podem desenvolver aplicativos multiplataforma em HTML/Ajax, Flex ou Flash. De acordo com Kevin Lynch, Chief Software Architect da Adobe, a Adobe AIR para Linux encontra-se atualmente em uma fase preliminar de desenvolvimento (leia-se: Alfa) e a empresa estaria procurando usuários de Linux para iniciar uma fase de testes (Beta). Jim Zemlin estava presente no anúncio de lançamento da plataforma e declarou estar empolgado com os planos da Adobe, chegando a profetizar em seu blog que a combinação das duas tecnologias (AIR + Linux) proclamaria o fim da hegemonia do Windows® no desktop.
Segundo Zemlin – e também segundo Shantanu Narayen, atual presidente e diretor executivo da Adobe –, a base para essas afirmações seria a tendência atual de desenvolvimento de conteúdo para a Internet realizada pelos próprios usuários. Tanto para usuários quanto para empresas é crescente a demanda por conteúdo multimídia e por interfaces gráficas apropriadas para elas – especialmente que possam ser utilizadas independente da plataforma de hardware: de telefones, passando por Tablet PCs até equipamentos de uso específico para essa finalidade. Como exemplo prático dessa tendência, Zemlin cita o Chumby, uma mistura de rádio-relógio e computador, cujo funcionamento é baseado em tecnologia Flash e Linux. Diversos fabricantes de equipamentos móveis estão utilizando Linux e outras tecnologias de código aberto em seus projetos, e a fatia de mercado do Linux no mercado de dispositivos embarcados segundo as estatísticas mais recentes beira os 40%, com forte tendência de crescimento. Zemlin vê nisso um indicativo mais do que convincente em favor do Linux, descrevendo o sistema operacional como “tecnologia disruptiva” na escolha da plataforma de desenvolvimento. Ele escreve: “O que tem isso a ver com Linux? Plataformas como Adobe AIR, Google Widgets ou a Rich Client Platform do Eclipse, rodando em Linux, são forças disruptivas no mundo da computação”.
Zemlin vê nessa combinação de tecnologias disruptivas o catalizador para a ascenção do Linux no desktop, citando em seu blog a resposta de Kevyn Lynch à questão sobre os motivos que levaram a Adobe a escolher o Linux como plataforma para a AIR: “Porque a combinação da AIR, enquanto plataforma de tecnologia aberta, com um sistema operacional aberto como o Linux, tem o potencial para ser disruptiva”. O desenvolvimento de aplicativos com essas tecnologias poria um ponto final no mito de que há mais programas feitos para Windows do que para Linux. E ele aposta nisso.
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