

Coleção Linux Pocket Pro | Virtualização100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo da virtualização com Xen. Saiba mais

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Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.

Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

Como diretor da Linux Foundation e um dos desenvolvedores SCSI do Linux, James Bottomley abriu o Linux-Kongress em Hamburgo, Alemanha, essa semana com um keynote que investigava as semelhanças e diferenças entre os vários sistemas operacionais de código aberto. Ele descreve o Linux como a variante mais vivaz entre eles.
O desenvolvedor britânico não mediu palavras. Num curto panorama histórico, ele descreveu o Linux como o derivado de Unix esperado há muito por instituições de ensino superior e desenvolvedores privados fora dos EUA, pois permite-lhes evitar as longas batalhas legais dos anos 1980 e início dos 1990. Uma série dessa batalhas envolveu partes disputando quando e como poderiam usar os derivados do BSD como código aberto.
Bottomley atirou em cheio no BSD ao citar a afirmação do diretor de engenharia Jordan Hubbard de que o FreeBSD é o desktop favorito de código aberto. Naturalmente, Hubbard, que está na Apple, quis dizer o Mac OS X. Em vez de desafiá-lo nessa questão, Bottomley preferiu comparar o OS X a uma prisão de luxo e afirmar que os usuários Microsoft estão claramente perdidos entre duas alternativas ruins na comparação. Os usuários Mac, segundo ele, nem conseguem enxergar as barras da cela. Ele frisou que a Apple pode participar do Código Aberto, mas que oferece pouco em retribuição e não divulga vários de seus componentes.
Bottomley alega que o Linux é uma história diferente e se distingue dos outros sistemas em diversos aspectos. Segundo sua visão, muitos projetos se definem com base em uma série de valores abstratos, enquanto o Linux depende principalmente da competência técnica de seus desenvolvedores e da maturidade de seu código. A motivação do Linux não é nem o fator determinante, contanto que os patches sejam claramente visíveis para os mantenedores do ponto de vista técnico. Bottomley alega que essa abordagem de “valor diferente” é o que torna a comunidade Linux tão forte.
Bottomley terminou seu keynote enfatizando as vantagens desse comportamento. As empresas, principalmente, podem ter certeza de que o código que contribuem será visto e melhorado pelo maior número possível de ângulos. Isso incentiva contribuições valiosas na ordem de milhões de linhas de código cuja natureza talvez não exista em projetos como o Open Solaris.